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terça-feira, 11 de setembro de 2018

TRIIBUTO A UMA LEITORA


       
Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, que completou 38 anos em 2018. Cadeira 19 da Academia Sulbrasileira de Letras. Http://lcamorim.blogspot.com.br

Escrever e ter o feedback do leitor é muito importante. A gente, o escritor, pode ser exigente, crítico com o que escreve, mas quem vai dizer a suas obra é boa ou não é o leitor. Atualmente, é mais fácil ter esse retorno do nosso leitor, porque a internet facilita muito isso, em tempo real. A pessoa leu alguma coisa nossa e pode, em seguida, colocar um post no Face, mandar mensagem pelo  Whatsapp, no Tweeter, no Messenger, etc. Então é muito bom saber se a gente está no caminho certo, saber se o público está gostando ou não do que a gente está produzindo. E mesmo que a opinião seja contrária, que a crítica não seja boa, isso pode nos ajudar, porque pode nos apontar o que estamos fazendo que não está agradando, o que temos que fazer para melhorar o nosso fazer literário.
Graças a Deus, tenho recebido bastante o retorno do leitor, me dando conhecimento de que alguns leitores estão se agradando de meus poemas, minhas crônicas, meus contos. Mas tem uma leitora que é o diferencial, que faz valer a pena escrever, mais do que os tantos leitores que me contatam para dizer que minha obra identificou-se com eles, lhes transmitiu uma mensagem, uma emoção, um sentimento, os quais agradeço, também, de coração.
Ela se chama Marilúcia Medeiros, é minha professora de inglês e é uma criatura doce e divertida, sempre de bom humor, sempre sorrindo, sempre jogando a gente pro alto. Ela faz questão de me dizer, sempre, que leu mais um poema meu, mais uma crônica, que gostou, que recriou uma emoção contida no meu poema, que o poema ou minha crônica lhe  disse algo, que o poema mexeu com os seus sentimentos.
Estar com ela já é uma bênção, pois ela é aquela pessoa com uma aura boa, que emana serenidade, alegria, paz. E ouvir dela que leu o meu texto ou o meu poema – só o fato de ter lido já vale muito – e que gostou, que leu de novo e que lerá outra vez, pois ele lhe fala direto ao coração, não tem preço. Isso é a suprema recompensa por praticar a nossa humilde lavra, de uma pessoa que tem poesia nos olhos, na alma, no coração.
Obrigado, professora Marilúcia, por fazer feliz esse poeta aprendiz da vida. O mundo não seria o mesmo sem a senhora, sem a pessoa humana e sensível fantástica que é. Rendo, com essa pequena crônica, a minha homenagem a alguém que valoriza tanto meu trabalho, que eu sei que é simples, pois tenho muito a aprender. A senhora me faz sentir um escritor de verdade. Mesmo que eu não o seja.

domingo, 29 de julho de 2018

NOVA REVISTA ESCRITORES DO BRASIL




Por Luiz Carlos Amorim - Escritor, editor e revisor, Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, com 38 anos de trajetória, cadeira 19 na Academia SulBrasileira de Letras. http://lcamorim.blogspot.com.brhttp://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br

O Grupo Literário A ILHA, que já publica a revista SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA e a revista MIRANDUM, da Confraria de Quintana e que completa 38 anos de literatura neste ano de 2018, lança agora a revista ESCRITORES DO BRASIL, para complementar o espaço lilterário para os novos escritores, que já estava ficando pequeno.
Então está sendo lançada ESCRITORES DO BRASIL, revista que acolhe a produção de nossos escritores - novos ou não - sejam eles de qualquer parte do nosso imenso país e até aqueles brasieliros que estão fora do país. Estaremos publicando poesia, crônica, conto, literatura infantil, entrevistas, resenhas, trechos de obras, artigos literários, ensaios, etc.. E a revista poderá ser lida em qualquer lugar, pois ela estará disponível on-line, colocando a obra de nossos escritores sob os olhos de leitores do mundo todo.
ESCRITORES DO BRASIL é o espaço para que a literatura de nossos escritores seja lida e conhecida. Vale lembrar que escritor não é simplesmente aquele que escreve, e sim aquele que é lido. A nova revista terá espaço para aqueles que estão começando a mostrar a sua obra, mas também estará publicando nomes já conhecidos e até os consagrados. Conhceça a revista no linke https://issuu.com/grupoliterarioailha/docs/20180714_escritores_do_brasil_107
Quem leu essa primeira edição da revista ESCRITORES DO BRASIL, se for escritor e também quiser publicar seu trabalho nas páginas dela, deve entrar em contato com a redação, pelo e-mail revisaolca@gmail.com, que serão fornecidas  todas as informações para adesão a esse projeto literário.
Nesta primeira edição, preenchem a páginas de ESCRITORES DO BRASIL: Mario Quintana, este que vos escreve, Urda Alice Kueger, Rita Marilia, Enéas Athanázio, Rosângela Wiemes, Maria Teresa Freira, Michle Stringhini, Selma Franzoi, Marta Carvalho, Mary Bastian, Neida Rocha, Eloí Elizabeth Bocheco, Flávio Camargo, Irene Serra, André Figueira, Maria Lefrève, Corisco Mura, Dirce Carneiro, Aila Magalhães, Karine Alves Ribeiro, Rita de Cássia Amorim Andrade, J. C.Bridon, Apolõnia Gastaldi, Roseana Teodoro, Silvia Schmidt, Célia Biscaia Veiga, Marli Lúcia Lisbôa e os grandes poetas brasileiros: Cecília Meireles, Adélia Prada, Dora Ferreira da Silva, Henriqueta Lisboa, Ferreira Gullar, Vinícius de Moraes, Drummond.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

A ILHA: 38 ANOS DE LITERATURA

 

Por Luiz Carlos Amorim - Escritor, editor e revisor, Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, com 38 anos de trajetória, cadeira 19 na Academia SulBrasileira de Letras. http://lcamorim.blogspot.com.brhttp://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br
 
Faz TRINTA E OITO anos que a revista Suplemento Literário A ILHA surgiu, em São Francisco do Sul, a partir de um jornal semanal, A ILHA, que existia naquela cidade histórica – é a terceira mais antiga do Brasil, com mais de quinhentos anos. A redação do jornal recebia originais literários – contos, poemas, crônicas, mas as páginas do pequeno jornal eram insuficientes e surgiu a necessidade de um outro espaço, específico, como um suplemento, que acabou reunindo os escritores e resultou no nascimento do Grupo Literário A ILHA, junto com a revista.
De lá para cá o grupo mudou para Joinville, onde ficou por quase vinte anos, congregando e integrando os escritores do norte do estado, de todo o estado, do Brasil e até de outros países, e em 2000 fincou sua sede em outra ilha, Florianópolis.
O Suplemento Literário A ILHA é, sem sombra de dúvida, a publicação literária mais perene em Santa Catarina. Nenhum grupo ou revista essencialmente literários resistiu tanto tempo em atividade. A cada três meses, uma nova edição da revista circulou, durante trinta e oito anos, ininterruptamente. E com o advento da Internet, uma edição on-line no portal do grupo (http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br), levou ainda mais longe a publicação, então ao alcance de todo o mundo.
Para comemorar a resistência e persistência da revista que conseguiu projetar a literatura de Santa Catarina pelo Brasil e pelo mundo, a revista será digital, on-line, a partir da edição 145, comemorativa do 38º. aniversário da revista SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA e do Grupo Literário A ILHA, edição que pode ser lida no link https://issuu.com/grupoliterarioailha/docs/aailha145jun18af
. A revista está maior, com 44 páginas, muito mais conteúdo, portanto, muito mais prosa e poesia e informação literária e cultural.
Ainda como comemoração dos 38 anos de atividades, o Grupo Literário A ILHA está lançando, no segundo semestre de 2018, a nova revista ESCRITORES DO BRASIL, que publicará contos, poemas, crônicas, entrevistas, resenhas notícias do meio literário e cultural. A revista vem no rastro do consagrado Suplemento Literário A ILHA e vem para complementar o espaço daquela revista, pois ela tem crescido em tamanho e conteúdo nos últimos e um novo espaço se faz necessário. Para informações de como fazer para participar, escritores de todo o Brasil, novos ou não, devem contatar a redação pelo e-mail revisaolca@gmail.com ou lcaescritor@hotmail.com .

sábado, 2 de junho de 2018

O MUNDO E O MEIO AMBIENTE

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.brhttp://lcamorim.blogspot.com.br

A Semana Mundial do Meio Ambiente está aí e o dia 5 é o Dia da Ecologia e do Meio Ambiente. Como o Dia da Água, todo dia é dia do meio ambiente, todo dia é dia de ecologia. E está mais do que na hora de nos conscientizarmos disso, pois a natureza está cansada de esperar que o ser humano se dê conta de que é preciso preservar o lugar onde vive. Ela está se rebelando, mostrando o resultado de tanto tempo de descaso e desrespeito. Estamos vendo isso pelo mundo todo.

O que Mãe Natureza precisará fazer para que nos convençamos de que estamos destruindo nosso meio ambiente, nosso planeta? Como diziam meus avós, ela sempre pega o que é dela de volta. Ainda mais em ela vendo que não estamos cuidando nada do nosso planeta, não estamos levando a sério o fato de que se não tratarmos dele, ninguém o fará por nós. E tratar dele, tratar do meio ambiente é tratar de nós mesmos.

A Semana Mundial do Meio Ambiente está aí, então, para pararmos e refletirmos sobre nossas ações, tão irresponsáveis e nada preventivas para que tenhamos nosso planeta mais saudável para nós, para nossos filhos e netos.

Que meio ambiente deixaremos para o futuro, para os nossos filhos e netos? Haverá futuro para o meio ambiente, para a vida, se continuarmos a agredir a natureza, destruindo o ar, a água, o mar, o solo?

Não cuidamos do lugar onde vivemos, fragilizamos a saúde do planeta, envenenamos o ar, a água, a terra, o mar. O resultado é a nossa saúde fragilizada. Precisamos devolver a saúde ao meio ambiente, ao planeta, para restabelecer a nossa própria saúde. Com muita urgência. Porque o tempo está se esvaindo. Há que se trabalhar, e muito, com muita urgência, pelo restabelecimento da saúde do planeta. Como poderemos nos redimir, se cometemos incomensuráveis crimes contra o meio ambiente, não cuidando direito da coisa mais elementar, do mais básico, que é o nosso lixo? É assim que cuidamos da natureza?

Infelizmente nós, os seres humanos, fazemos questão de não aprender. Com todas as tragédias que vêm acontecendo nos últimos anos, em função das variações do clima, parece que não aprendemos e continuamos a agredir a nossa Mãe Natureza, poluindo-a de todas as maneiras possíveis. Quando vamos aprender? Haverá tempo?

quarta-feira, 9 de maio de 2018

LIVRO EXISTE PARA SER LIDO

Por Luiz Carlos Amorim - Escritor, editor e revisor, Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, com 37 anos de trajetória, cadeira 19 na Academia SulBrasileira de Letras. http://lcamorim.blogspot.com –  http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br

Li, recentemente, o desabafo da escritora Inês C. Lohn, no Face, e não posso deixar de me pronunciar. A escritora costuma deixar livros dela em lugares onde os possíveis leitores possam encontrar, para levá-los e ler, como eu já faço, inclusive, há vários anos. Deixamos os nossos livros em bares, restaurantes, bancos de praça, ônibus, trens, navios, aeroportos, etc., com a indicação de que quem encontrar o livro pode levá-lo, se assim o desejar, para lê-lo e depois deixar em um lugar onde outra pessoa possa pegá-lo para ler e assim continuar a corrente de leitura.
Transcrevo o depoimento da própria escritora: “Hoje depois de fazer todo um percurso pela cidade e ver ao longe as pessoas encontrando o livro que deixei em algum lugar e ver a expressão das pessoas depois de ler o bilhete, tive uma surpresa triste e desagradável.
Quando eu já estava voltando para casa, ainda no centro, um jovem me alcançou e me destratou por eu colocar livros para serem encontrados na rua. Escutei poucas e boas e ele devolveu o livro que havia encontrado. Disse-me: é por conta de pessoas assim que o Brasil desabou e se encontra na lama. Livros devem estar expostos em Livrarias e Academias de Letras ou em lugares apropriados e culturais da cidade. Não devem ser distribuídos de graça, deixados por aí expostos na rua em qualquer lugar.”
Ah, então livros não existem mais para ler, eles são feitos para ficarem guardados, para servirem de enfeite? Pois é justamente o contrário do que eu professo: não deixem seus livros guardados. Façam com que sejam lidos, com que continuem sendo lidos, sempre. Livro não é para ficar fechado. Livro fechado não existe, ele só existe enquanto lido, quando é recriado pelo leitor. Livro tem que estar na mão do leitor, nos olhos do leitor, na mente do leitor, no coração do leitor, fazendo o seu trabalho de disseminar o conhecimento, a cultura, a fantasia, a história do ser humano.
 Fico indignado com a ignorância que grassa por aí, cada vez mais grave, porque a culpa não é das pessoas, o problema é de todo um sistema de educação, de um ensino sucateado justamente por quem tem que primar pela sua melhora, pelo seu resgate, pela sua boa manutenção e desenvolvimento. Falo do governo, a administração deste nosso Brasilzão, que faz mudanças na educação, mas nunca para melhor, sempre para pior. E não apenas esta que está no poder, mas as anteriores também, principalmente, porque deixaram o país no estado em que está. E num país sem educação, onde o ensino é relegado a último plano, acontecem coisas como a que aconteceu com a escritora.
Não é de hoje que combato isso e procuro incentivar iniciativas que possibilitam a aproximação livro-leitor, que ajudam a incutir o gosto pela leitura, o hábito da leitura. Existem pessoas anônimas que recolhem livros na sua comunidade, na sua cidade, para poder doá-los a quem queira lê-los, a quem não pode comprar livros. E existem muitas dessas iniciativas pelo Brasil, felizmente, mas há quem procure dificultar, como o rapaz ignorante que ofendeu a escritora e todos nós e, recentemente, a prefeitura do Rio, vejam vocês, que multou uma pessoa por distribuir livros de graça na praia. E a pessoa tinha licença para a sua banca, com tudo certinho, tudo  legal.
Educação e cultura são a base de um povo. Sem isso, não somos nada. E os “políticos” corruptos que comandam este país não tem cultura, nem educação. E querem que ninguém tenha. Precisamos começar a pensar nisso. Porque um país sem educação interessa a esses mesmos “políticos”, porque é mais fácil manipular o povo. E com políticos corruptos e um povo sem educação, o país sucumbe.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

SEMPRE DIA DO LIVRO

  Por Luiz Carlos Amorim - Escritor, editor e revisor, Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, com 37 anos de trajetória, cadeira 19 na Academia SulBrasileira de Letras. http://lcamorim.blogspot.com –  http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br

O dia 18 de abril foi o Dia Nacional do Livro Infantil e Dia do Amigo. Tudo a ver, pois o livro é um dos nossos E é o Dia Nacional do Livro por que é o dia do aniversário do nosso grande Monteiro Lobato. Nada mais justo. E já no próximo dia 23 de abril, é o Dia Mundial do Livro. O dia 29 de outubro é o Dia Nacional do Livro. Muitas oportunidades de comemorar e ler mais este objecto tão importante no desenvolvimento do ser humano, na perenidade do conhecimento e da cultura. E o livro infantil pode ser o mais importante, pois é o primeiro contato do leitor em formação com a leitura
Livro, o guardião da história da humanidade, o registro de tudo o quanto o ser humano já fez neste mundão de Deus. O receptáculo de toda a inteligência do homem, até das teorias do que poderá vir a ser o futuro. Este objeto mágico que pode trazer no seu interior um mundo de conhecimento, de fantasia, de imaginação.

É bem verdade que ainda não é tão popular quanto deveria, pelo menos no Brasil, pois ainda é caro para uma grande parcela do nosso povo, mas para quem gosta de ler há alternativas como as bibliotecas municipais, escolares, de clubes e associações, os sebos, etc. Essas bibliotecas nem sempre terão os últimos lançamentos em seus acervos, mas sempre haverá algum bom título que não lemos. Assim como os sebos, que oferecem um sem número de opções a preços razoáveis.

Com o avanço da tecnologia digital, o e-book, ou livro eletrônico, e os leitores eletrônicos - e-readers - estão se popularizando cada vez mais e já há uma pequena legião de seguidores. Vivemos, na verdade, uma revolução cultural. Eles, os tablets – Kindle  e tantos outros similares que estão à disposição no mercado, inclusive no Brasil, viraram o sonho de consumo de muita gente, inclusive daqueles que não têm condições de adquiri-los e tornam-se cada vez mais populares. Ainda que muitos daqueles que os adquirem acabem esquecendo da função de leitores digitais dos aparelhos, tantas são as opções que eles oferecem: jogos, filmes, internet, comunicação através de programas como skype, programas de relacionamento, etc.

De qualquer maneira, o livro impresso, de papel, o tradicional livro como o conhecemos até agora continuará por muito tempo ainda. E por mais que ele mude, ainda continuará a se chamar livro, o objetivo de perenizar e divulgar a cultura e o conhecimento será o mesmo. Certeza é que o livro de papel poderá conviver harmoniosamente com o livro eletrônico e vice-versa.

Com a tecnologia da informática a serviço da leitura, a tendência é que o hábito de ler se intensifique, até porque além do livro tradicional e do livro digital, temos ainda o áudiolivro, que possibilita que os deficientes visuais sejam, também, consumidores de literatura.

Então talvez devamos comemorar tanta tecnologia a serviço da leitura, mesmo considerando que o livro físico, aquele que podemos folhear, rabiscar e ler sem dependência de nenhuma fonte de energia, a não ser a nossa visão e a vontade de ler, não será extinto. Ao contrário, ele continuará firme, mesmo com todas as outras formas de leitura que existem ou que porventura poderão vir a existir.

De maneira que rendo minha homenagem a esse objeto tão importante para o progresso das civilizações em todo o mundo, principalmente o livro infantil, que inicia as crianças na leitura.

Vida longa para o livro, como quer que seja concebido.