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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA - 38 ANOS DE CIRCULAÇÃO

Está no ar a edição de dezembro da revista SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA, do Grupo Literário A ILHA. Assuntos como "Adélia Prado: Escrever é fantástico!", "Lançada a antologia POETAS DA AILHA", "Machado de Assis: Crítica e renovação do fazer literário", "Um novo Cristo: E se fosse Verdade?" e muita poesia, muita prosa e informação literária e cultural.
O Suplemento Literário A ILHA é a publicação literária mais perene que existe, circulando há 38 anos ininterruptamente.
Leia em


 

O BRASIL TEM SUA ÁRVORE DE NATAL

Por Luiz Carlos Amorim - Escritor, editor e revisor, Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, com 38 anos de trajetória, cadeira 19 na Academia SulBrasileira de Letras. http://lcamorim.blogspot.com.br

  Nossa primavera se aproxima do fim, o verão está chegando. O calor está aumentando, as chuvas também, e as flores do jacatirão nativo já explodiram em cores e até o manacá-da-serra, o jacatirão de inverno, ainda está florescido, em sua segunda ou terceira florescência. Fui, há poucos dias, para o norte do Estado e vi as matas à beira das rodovias em Joinville, São Francisco, Joinville, Corupá, Jaraguá do Sul, ponteadas por várias ilhas de vermelho. São os pés de jacatirão nativo, que começaram a florescer no início deste mês de novembro e vão até janeiro, espalhando matizes de vermelho por todos os caminhos, por encostas e montanhas.
É a natureza anunciando o verão, enfeitando nossos dias mais quentes e avisando que o Natal e o Ano Novo estão próximos. Que a festa maior da cristandade está chegando, que um Menino mágico vai nascer para nós mais uma vez e, por isso ela, a natureza, começa a festejar bem cedo, para que não esqueçamos de festejar também. Para que não nos esqueçamos de dar as boas vindas ao Menino que vem para o nosso renascimento.
A simplicidade e a singeleza do jacatirão, que traduzem toda a natureza que nos cerca, não lhe tiram a beleza e a importância de ser ele o arauto do Menino de Belém, que nos dá o supremo privilégio de nascer em nossos corações em mais este Natal.
Algumas pessoas, cegas de coração, olham mas não veem o jacatirão florido, a sua belíssima florescência. Não veem também o ipê, que acabou de florescer, iluminando nossas ruas com ilhas douradas e o chão com tapetes de luz. Essas pessoas não veem também os jacarandás, que, nesta época, estão carregados de flores azuis e colore praças e jardins, espalhando céu pelo chão e pelo verde, ao mesmo tempo que o jacatirão tinge as matas de vermelho.    
E é preciso olhar e ver, como bem disse Cecília Meireles, em A Arte de Ser Feliz. Somos filhos da terra, como as árvores, como os animais, irmãos gêmeos da natureza. E precisamos amar e respeitar as árvores, o verde, porque sem eles não seríamos nada. As árvores nos fornecem madeira, nos fornecem alimentos, purificam o ar para nós, seres humanos. E enfeitam o mundo, com as suas cores, para lembrar-nos que o Natal está chegando, que um novo ano vai começar. Portugal tem a sua árvore de Natal, o azevinho. Nós temos a nossa árvore de Natal, o jacatirão.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

TRIIBUTO A UMA LEITORA


       
Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, que completou 38 anos em 2018. Cadeira 19 da Academia Sulbrasileira de Letras. Http://lcamorim.blogspot.com.br

Escrever e ter o feedback do leitor é muito importante. A gente, o escritor, pode ser exigente, crítico com o que escreve, mas quem vai dizer a suas obra é boa ou não é o leitor. Atualmente, é mais fácil ter esse retorno do nosso leitor, porque a internet facilita muito isso, em tempo real. A pessoa leu alguma coisa nossa e pode, em seguida, colocar um post no Face, mandar mensagem pelo  Whatsapp, no Tweeter, no Messenger, etc. Então é muito bom saber se a gente está no caminho certo, saber se o público está gostando ou não do que a gente está produzindo. E mesmo que a opinião seja contrária, que a crítica não seja boa, isso pode nos ajudar, porque pode nos apontar o que estamos fazendo que não está agradando, o que temos que fazer para melhorar o nosso fazer literário.
Graças a Deus, tenho recebido bastante o retorno do leitor, me dando conhecimento de que alguns leitores estão se agradando de meus poemas, minhas crônicas, meus contos. Mas tem uma leitora que é o diferencial, que faz valer a pena escrever, mais do que os tantos leitores que me contatam para dizer que minha obra identificou-se com eles, lhes transmitiu uma mensagem, uma emoção, um sentimento, os quais agradeço, também, de coração.
Ela se chama Marilúcia Medeiros, é minha professora de inglês e é uma criatura doce e divertida, sempre de bom humor, sempre sorrindo, sempre jogando a gente pro alto. Ela faz questão de me dizer, sempre, que leu mais um poema meu, mais uma crônica, que gostou, que recriou uma emoção contida no meu poema, que o poema ou minha crônica lhe  disse algo, que o poema mexeu com os seus sentimentos.
Estar com ela já é uma bênção, pois ela é aquela pessoa com uma aura boa, que emana serenidade, alegria, paz. E ouvir dela que leu o meu texto ou o meu poema – só o fato de ter lido já vale muito – e que gostou, que leu de novo e que lerá outra vez, pois ele lhe fala direto ao coração, não tem preço. Isso é a suprema recompensa por praticar a nossa humilde lavra, de uma pessoa que tem poesia nos olhos, na alma, no coração.
Obrigado, professora Marilúcia, por fazer feliz esse poeta aprendiz da vida. O mundo não seria o mesmo sem a senhora, sem a pessoa humana e sensível fantástica que é. Rendo, com essa pequena crônica, a minha homenagem a alguém que valoriza tanto meu trabalho, que eu sei que é simples, pois tenho muito a aprender. A senhora me faz sentir um escritor de verdade. Mesmo que eu não o seja.

domingo, 29 de julho de 2018

NOVA REVISTA ESCRITORES DO BRASIL



Por Luiz Carlos Amorim - Escritor, editor e revisor, Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, com 38 anos de trajetória, cadeira 19 na Academia SulBrasileira de Letras. http://lcamorim.blogspot.com.brhttp://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br

O Grupo Literário A ILHA, que já publica a revista SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA e a revista MIRANDUM, da Confraria de Quintana e que completa 38 anos de literatura neste ano de 2018, lança agora a revista ESCRITORES DO BRASIL, para complementar o espaço lilterário para os novos escritores, que já estava ficando pequeno.
Então está sendo lançada ESCRITORES DO BRASIL, revista que acolhe a produção de nossos escritores - novos ou não - sejam eles de qualquer parte do nosso imenso país e até aqueles brasieliros que estão fora do país. Estaremos publicando poesia, crônica, conto, literatura infantil, entrevistas, resenhas, trechos de obras, artigos literários, ensaios, etc.. E a revista poderá ser lida em qualquer lugar, pois ela estará disponível on-line, colocando a obra de nossos escritores sob os olhos de leitores do mundo todo.
ESCRITORES DO BRASIL é o espaço para que a literatura de nossos escritores seja lida e conhecida. Vale lembrar que escritor não é simplesmente aquele que escreve, e sim aquele que é lido. A nova revista terá espaço para aqueles que estão começando a mostrar a sua obra, mas também estará publicando nomes já conhecidos e até os consagrados. Conhceça a revista no linke https://issuu.com/grupoliterarioailha/docs/20180714_escritores_do_brasil_107
Quem leu essa primeira edição da revista ESCRITORES DO BRASIL, se for escritor e também quiser publicar seu trabalho nas páginas dela, deve entrar em contato com a redação, pelo e-mail revisaolca@gmail.com, que serão fornecidas  todas as informações para adesão a esse projeto literário.
Nesta primeira edição, preenchem a páginas de ESCRITORES DO BRASIL: Mario Quintana, este que vos escreve, Urda Alice Kueger, Rita Marilia, Enéas Athanázio, Rosângela Wiemes, Maria Teresa Freira, Michle Stringhini, Selma Franzoi, Marta Carvalho, Mary Bastian, Neida Rocha, Eloí Elizabeth Bocheco, Flávio Camargo, Irene Serra, André Figueira, Maria Lefrève, Corisco Mura, Dirce Carneiro, Aila Magalhães, Karine Alves Ribeiro, Rita de Cássia Amorim Andrade, J. C.Bridon, Apolõnia Gastaldi, Roseana Teodoro, Silvia Schmidt, Célia Biscaia Veiga, Marli Lúcia Lisbôa e os grandes poetas brasileiros: Cecília Meireles, Adélia Prada, Dora Ferreira da Silva, Henriqueta Lisboa, Ferreira Gullar, Vinícius de Moraes, Drummond.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

A ILHA: 38 ANOS DE LITERATURA

 

Por Luiz Carlos Amorim - Escritor, editor e revisor, Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA, com 38 anos de trajetória, cadeira 19 na Academia SulBrasileira de Letras. http://lcamorim.blogspot.com.brhttp://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br
 
Faz TRINTA E OITO anos que a revista Suplemento Literário A ILHA surgiu, em São Francisco do Sul, a partir de um jornal semanal, A ILHA, que existia naquela cidade histórica – é a terceira mais antiga do Brasil, com mais de quinhentos anos. A redação do jornal recebia originais literários – contos, poemas, crônicas, mas as páginas do pequeno jornal eram insuficientes e surgiu a necessidade de um outro espaço, específico, como um suplemento, que acabou reunindo os escritores e resultou no nascimento do Grupo Literário A ILHA, junto com a revista.
De lá para cá o grupo mudou para Joinville, onde ficou por quase vinte anos, congregando e integrando os escritores do norte do estado, de todo o estado, do Brasil e até de outros países, e em 2000 fincou sua sede em outra ilha, Florianópolis.
O Suplemento Literário A ILHA é, sem sombra de dúvida, a publicação literária mais perene em Santa Catarina. Nenhum grupo ou revista essencialmente literários resistiu tanto tempo em atividade. A cada três meses, uma nova edição da revista circulou, durante trinta e oito anos, ininterruptamente. E com o advento da Internet, uma edição on-line no portal do grupo (http://www.prosapoesiaecia.xpg.uol.com.br), levou ainda mais longe a publicação, então ao alcance de todo o mundo.
Para comemorar a resistência e persistência da revista que conseguiu projetar a literatura de Santa Catarina pelo Brasil e pelo mundo, a revista será digital, on-line, a partir da edição 145, comemorativa do 38º. aniversário da revista SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA e do Grupo Literário A ILHA, edição que pode ser lida no link https://issuu.com/grupoliterarioailha/docs/aailha145jun18af
. A revista está maior, com 44 páginas, muito mais conteúdo, portanto, muito mais prosa e poesia e informação literária e cultural.
Ainda como comemoração dos 38 anos de atividades, o Grupo Literário A ILHA está lançando, no segundo semestre de 2018, a nova revista ESCRITORES DO BRASIL, que publicará contos, poemas, crônicas, entrevistas, resenhas notícias do meio literário e cultural. A revista vem no rastro do consagrado Suplemento Literário A ILHA e vem para complementar o espaço daquela revista, pois ela tem crescido em tamanho e conteúdo nos últimos e um novo espaço se faz necessário. Para informações de como fazer para participar, escritores de todo o Brasil, novos ou não, devem contatar a redação pelo e-mail revisaolca@gmail.com ou lcaescritor@hotmail.com .

sábado, 2 de junho de 2018

O MUNDO E O MEIO AMBIENTE

Por Luiz Carlos Amorim – Escritor, editor e revisor – Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.brhttp://lcamorim.blogspot.com.br

A Semana Mundial do Meio Ambiente está aí e o dia 5 é o Dia da Ecologia e do Meio Ambiente. Como o Dia da Água, todo dia é dia do meio ambiente, todo dia é dia de ecologia. E está mais do que na hora de nos conscientizarmos disso, pois a natureza está cansada de esperar que o ser humano se dê conta de que é preciso preservar o lugar onde vive. Ela está se rebelando, mostrando o resultado de tanto tempo de descaso e desrespeito. Estamos vendo isso pelo mundo todo.

O que Mãe Natureza precisará fazer para que nos convençamos de que estamos destruindo nosso meio ambiente, nosso planeta? Como diziam meus avós, ela sempre pega o que é dela de volta. Ainda mais em ela vendo que não estamos cuidando nada do nosso planeta, não estamos levando a sério o fato de que se não tratarmos dele, ninguém o fará por nós. E tratar dele, tratar do meio ambiente é tratar de nós mesmos.

A Semana Mundial do Meio Ambiente está aí, então, para pararmos e refletirmos sobre nossas ações, tão irresponsáveis e nada preventivas para que tenhamos nosso planeta mais saudável para nós, para nossos filhos e netos.

Que meio ambiente deixaremos para o futuro, para os nossos filhos e netos? Haverá futuro para o meio ambiente, para a vida, se continuarmos a agredir a natureza, destruindo o ar, a água, o mar, o solo?

Não cuidamos do lugar onde vivemos, fragilizamos a saúde do planeta, envenenamos o ar, a água, a terra, o mar. O resultado é a nossa saúde fragilizada. Precisamos devolver a saúde ao meio ambiente, ao planeta, para restabelecer a nossa própria saúde. Com muita urgência. Porque o tempo está se esvaindo. Há que se trabalhar, e muito, com muita urgência, pelo restabelecimento da saúde do planeta. Como poderemos nos redimir, se cometemos incomensuráveis crimes contra o meio ambiente, não cuidando direito da coisa mais elementar, do mais básico, que é o nosso lixo? É assim que cuidamos da natureza?

Infelizmente nós, os seres humanos, fazemos questão de não aprender. Com todas as tragédias que vêm acontecendo nos últimos anos, em função das variações do clima, parece que não aprendemos e continuamos a agredir a nossa Mãe Natureza, poluindo-a de todas as maneiras possíveis. Quando vamos aprender? Haverá tempo?